Reforma do PAC e obras em rodovias federais no Nordeste
Nova lista de prioridades do PAC reorganiza duplicações na BR-101 e BR-116, com impacto direto na Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
O debate sobre infraestrutura de transporte no Brasil entrou em nova fase com a reformulação do Programa de Aceleração do Crescimento. Em Brasília, técnicos do Ministério dos Transportes reorganizaram o cronograma de obras em rodovias federais, priorizando trechos com estudos ambientais concluídos e contratos em fase avançada de licitação. A mudança afeta diretamente estados do Nordeste, onde duplicações da BR-101 e da BR-116 concentravam expectativas de investimento para os próximos dois anos.
Enquanto isso, em São Paulo, operadores ferroviários retomaram conversas sobre trens de carga no interior paulista — um corredor que liga Ribeirão Preto a Santos e movimenta grãos, açúcar e contêineres. A retomada depende menos de anúncios políticos e mais de acordos operacionais entre concessionárias e portos, tema que acompanhamos de perto nesta edição.
No campo das concessões, o governo federal prepara novos editais para trechos ferroviários no Centro-Oeste e no Sudeste. Licitações desse porte costumam atrair consórcios internacionais, mas também exigem clareza sobre garantias de tráfego mínimo e investimentos em pátios de transbordo — pontos que analistas consideram decisivos para evitar repetições de contratos mal dimensionados.
Para quem acompanha política de transporte no dia a dia, o cenário exige atenção a três frentes: execução orçamentária do PAC, capacidade operacional das ferrovias existentes e articulação entre estados e União em obras regionais. Nossa cobertura editorial busca traduzir esses movimentos em linguagem acessível, com foco no impacto concreto para cidades, portos e cadeias produtivas.
Nova lista de prioridades do PAC reorganiza duplicações na BR-101 e BR-116, com impacto direto na Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Operadores discutem aumento de frequência no corredor Ribeirão Preto–Santos, com foco em grãos e contêineres para exportação.
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Obra de 12 km aguarda liberação de recursos do PAC e estudos de demanda revisados pela Companhia Metrofor.
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